Histórico

No ano de 2010 foi intensificado, no Extremo Sul da Bahia, o diálogo entre diversos atores (MP/BA; IBAMA – DBFLO; UNEB; SFB; LERF/Esalq; Pacto Pela Restauração da Mata Atlântica; SEMA; entidades privadas) com o intuito de promover e adequar a restauração florestal na região.

As discussões consideraram diversas problemáticas, como a carência de diretrizes técnicas e de suporte logístico em toda a cadeia de restauração – desde a coleta de sementes ao monitoramento das ações -, que se tornam mais complexas quando analisada a demanda de dezenas de milhares de hectares para restauração, prioritariamente em áreas vinculadas à silvicultura de eucalipto.

Diante dessas circunstâncias e ainda das potencialidades inerentes à região, foi idealizado o Programa Arboretum de Conservação e Restauração da Diversidade Florestal. O Programa foi concebido para atuar como uma estrutura central de suporte e apoio técnico às restaurações florestais no Extremo Sul da Bahia, adequando-as à diversidade local e agregando interfaces social, de conservação e uso sustentável.

O Programa Arboretum está sendo implantado com recursos provenientes de um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado, no dia 05 de dezembro de 2011, pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio da Promotoria de Justiça Regional Ambiental de Teixeira de Freitas, com as empresas Suzano Papel e Celulose S/A e Fibria Celulose S/A.

Foram intervenientes do TAC a Fundação José Silveira, o Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal da USP/Esalq, e as certificadoras IMAFlora e Sysflor.

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